|
Pretende-se, neste projecto:
-
Fazer uso do software
GeoCrust
1.0 para o
tratamento e análise de dados relativos a 2000, 2001, 2002, 2003
e 2004. A série de sete anos (1998-2004) de informação
geo-referenciada de esforço e de rendimentos de pesca que se
pretende constituir permitirá efectuar já uma análise espacial
da evolução do esforço exercido pela frota de arrasto ao longo
dos últimos anos bem como da abundância relativa das
espécies-alvo da pescaria. Durante este estudo, pretende-se
melhorar algumas das componentes do software
GeoCrust
1.0, de modo a tornar mais eficiente a entrada (“input”) e o
processamento dos dados-base (marcação de arrastos). A base de
dados Access 2000 será convertida numa base de dados mySQL,
para que seja possível o armazenamento e processamento de
elevadas quantidades de dados e o seu acesso remoto, através da
Internet.
-
Estender o Software
GeoCrust 1.0 à pescaria de arrasto de
peixe, i.e., modificar o programa e sua base cartográfica
de modo a permitir a análise de dados de posicionamento, velocidade e capturas (vendas em lota) dos
navios de arrasto licenciados para o peixe, que operam ao longo
de toda a costa continental portuguesa. Serão analisados dados
relativos a apenas 2003. A base cartográfica existente no
software
GeoCrust compreende apenas a zona sul (de
Cascais a Vila Real de Santo António) correspondente à área de
actuação da frota de arrasto de crustáceos.
-
Fazer um estudo comparativo entre a
informação de esforço de pesca (e de capturas) registada nos
Diários de Pesca oficiais das embarcações das duas frotas (crustáceos
e peixes) e a informação obtida neste estudo através da
utilização do software
GeoCrust
1.0. Serão utilizados dados de um ano recente , e.g. de 2003.
-
Desenvolver o software com vista a permitir a disponibilização
de informação geo-referenciada à investigação e administração
pesqueiras, e aos próprios armadores e mestres pescadores. Dada
a natureza confidencial da informação e os diferentes tipos de
utilizadores, o tipo de informação e a forma como deve ser
disponibilizada, deverão ser analisados e definidos com a
participação das várias partes intervenientes (investigação –
INIAP/IPIMAR, administração –
DGPA e também por armadores e
mestres pescadores).
|