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Desde o início do século XX que, com a evolução da instrumentação sísmica e dos sismógrafos, os geofísicos começaram a perceber que os sismos tendiam a concentrar-se em certas áreas, principalmente ao longo das fossas abissais e das cristas médias oceânicas (dorsais). Esta associação entre os epicentros dos sismos e os aludidos acidentes geomorfológicos foi claramente definida na década de 1960 quando se constituiu a WWSSN (Worldwide Standardized Seismograph Network), criada para monitorizar o cumprimento do tratado de proibição dos testes nucleares subterrâneos. Efectivamente, os sismólogos confirmaram, então, que os epicentros da maior parte dos sismos principais se localizam em zonas paralelas ás fossas abissais (que tipicamente estão inclinadas de 40º a 60º e apresentam comprimentos de centenas de quilómetros) e nas zonas das dorsais oceânicas. Esta confirmação foi um auxiliar precioso para suportar a teoria de Hess, segundo a qual a crusta oceânica antiga é consumida nas fossas abissais. Estas zonas foram mais tarde designadas por zonas de Wadati-Benioff ou simplesmente por zonas de Benioff (dos nomes dos sismologistas que primeiro as reconheceram: Kiyoo Wadati, do Japão, e Hugo Benioff, dos Estados Unidos da América). |
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| Contribuição
da Batimetria |
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