Africa

 

 


              Egipto                    

No  seu auge, o Egipto, sob a égide de governantes poderosos como TutmésIII  (1504-1450), dominou a Palestina e a Síria e estendeu o seu poder mais para o sul, até ao estado africano da Núbia. Mas em 1150 aencontrava-se rodeado de poderosos inimigos. Em 935, Sheshonk I, da Líbia, apoderou-se do trono. À excepção de um    período entre 664 e 525 a.C., o Egipto foi governado por reis estrangeiros   até ser finalmente conquistado por Roma em 30 a.C. O Culto dos Mortos   Os primeiros povos do vale do Nilo enterravam os seus mortos em covas abertas na areia quente, que secava e preservava os cadáveres. Mais tarde, quando os mortos começaram a ser enterrados em túmulos de pedra, os cadáveres deterioravam-se e, por isso, os Egípcios começaram a desenvolver as técnicas de preservação (mumificação). Tudo isto porque eles acreditavam que só era possível passar para a outra vida se o corpo se mantivesse intacto, e se fossem cumpridos uma série de rituais por forma a que o falecido fosse aceite pelos deuses. Os reis construíam, em vida, sólidos túmulos em pirâmide e mais tarde, na tentativa de evitar roubos, escavaram-se túmulos escondidos nas rochas, no Vale dos Reis, próximo de Tebas. Os Egípcios acreditavam então na vida além-túmulo e passavam grande parte do tempo a preparar-se para ela. As câmaras funerárias eram decoradas com belas pinturas e relatos que contavam a vida do defunto, da sua família, dos seus criados e dos dias felizes passados a caçar. Os Egípcios acreditavam que no outro mundo estas cenas se tornariam realidade, graças à oração. Nos túmulos eram também colocados alimentos e bebidas, amuletos, o Livro dos Mortos, Orações escritas em papiro, juntamente com todas as jóias e objectos pessoais do defunto. Os reis construíam, em vida, sólidos túmulos em pirâmide e mais tarde, na tentativa de evitar roubos, escavaram-se túmulos escondidos nas rochas, no Vale dos Reis, próximo de Tebas.

Num manuscrito do século X, conservado em Oxford, o historiador copta Mazueli escreveu sobre a Grande Pirâmide : O rei havia ordenado aos sacerdotes  depositar a soma de seus conhecimentos de diversas artes e ciências na construção da pirâmide. Hoje, alguns acreditam que a construção da pirâmide indica as fases da humanidade, indo a última fase do ano 2000 ao ano 2033 aproximadamente. Essa seria a fase do reencontro do homem com a luz. No Livro dos Mortos do Antigo Egito, no capítulo LXIV, há uma  profecia relativa aos últimos tempos que fala da saída da alma do  homem na direção das luzes do dia. Esse capítulo foi encontrado cerca de 2700 anos antes de Cristo, inscrito  num bloco de bronze aos pés de uma estátua ao Deus Thoth. É uma das profecias não bíblicas mai antigas que existem. Ela diz:  Quando cessarem os massacres, o sangue dos impuros esfriará e a terra, novamente composta em sua plenitude, se cobrirá mais uma vez de flores e de novos frutos. (...) Haverá uma maravilhosa harmonia nessa época de renascer". Existe uma outra profecia que diz respeito aos últimos dias, que foi encontrada na tumba do faraó Ramsés XII, que parece falar da união dos russos (vermelhos), muçulmanos (prata, cor da lua), e de um povo amarelo, que parece ser o Japão:  "Quando duas estrelas, uma vermelha e uma de prata,lutarem   contra o mundo, com apoio da serpente amarela e do sol vermelho, pouco depois da queda da roda dentada, haverá uma transgressão aberrante que desencadeará a luta final".